Saiba quando procurar um dentista em situações de urgência e emergência

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Situações de urgência e emergência são bastante comuns, tanto na área médica quanto na odontológica. No entanto, enquanto na área médica não existem muitas dúvidas sobre quando ir ou não para o hospital, no segmento odontológico muitas pessoas ainda não sabem como diferenciar esses dois casos de acordo com sua gravidade e quando é realmente necessário procurar um dentista.

Para ajudar você a entender melhor o que são as urgências e emergências odontológicas e como proceder em cada caso, falaremos um pouco mais sobre cada uma das situações mais comuns e como classificá-las. Ficou interessado no assunto? Então é só continuar a leitura.

Quando procurar atendimento odontológico imediato?

Veja a seguir como saber em qual tipo de situação o seu caso se encaixa e se é necessário procurar atendimento imediato.

Urgências

São classificadas como urgências todas as situações que precisam ser resolvidas imediatamente, mas que não oferecem risco de morte ao paciente. Esse tipo de situação é o mais comum na odontologia e, normalmente, está relacionado aos casos de dor aguda.

Entre as situações que podem ser classificadas como urgência estão:

  • dor aguda decorrente de inflamações da polpa do dente;
  • dor relacionada a processos infecciosos;
  • remoção de suturas;
  • abscessos dentários ou periodontais;
  • fraturas de dentes;
  • restaurações frouxas ou perdidas;
  • ajustes ou reparos de próteses removíveis;
  • cáries extensas;
  • trauma dentário;
  • sensibilidade;
  • complicações pós-operatórias.

Emergências

Já as emergências são situações críticas que precisam ser resolvidas imediatamente e que podem trazer risco de morte. Entre elas, estão os sangramentos não controlados, infecções bacterianas com inchaços que podem comprometer as vias aéreas e traumatismos relacionados aos ossos da face.

Além disso, as emergências também podem surgir durante as consultas rotineiras ou enquanto o paciente aguarda para ser atendido por uma urgência. Nesses casos, pacientes com idade avançada, estressados, portadores de diabetes, pressão alta, cardiopatias e distúrbios respiratórios formam o grupo de risco.

O medo do dentista, por exemplo, pode levar ao aumento da frequência cardíaca e da força de contração do miocárdio, causando emergências como infartos e hipertensão. Além disso, outros casos comuns são hipotensão, choque insulínico, alergia, asma, hiperventilação e hemorragias.

O que fazer em situações de urgências e emergências odontológicas?

O mais importante nesse tipo de situação é tentar manter a calma e não realizar ações precipitadas. Em casos de fraturas ou perda de dentes, a dica é enxaguar a boca com água morna para retirar sujeiras, mas sem esfregar as gengivas.

Compressas frias também podem ser utilizadas para diminuir a dor aguda e o inchaço, no entanto, não devem ser feitas diretamente na gengiva ou nos dentes, e sim na face. Não aplique qualquer tipo de medicamento ou tratamento nos dentes ou gengivas sem prescrição médica e procure um atendimento odontológico imediatamente.

Por fim, é importante ficar atento a alguns sinais como dilatação das pupilas, palidez, dificuldade respiratória e aumento da pressão arterial e frequência cardíaca, principalmente em paciente com doenças preexistentes.

Situações de urgências e emergências odontológicas não são tão incomuns e precisam ser tratadas com calma para não gerar maiores complicações. Nesses momentos, é importante contar com um dentista de confiança e procurá-lo o quanto antes.

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